Minha mão ainda soa um pouco frio para escrever sobre programação, estrutura de dados ou qualquer coisa destes lados. Tô meio peixe fora d’água ainda.

Eu já não sou programador… Enfrentar esta pedreira de entender o que fazem estes bancos requintados parece impossível, mas nem tudo o que parece é. Eu pareço bonito igual o tio Suissa mas não sou (bajulação pra ganhar nota).

Então aqui vai:

Partindo do ponto de que os velhos e conhecidos bancos relacionais propõem soluções mais generalizadas, descentralizadas, podemos afirmar que os bancos não-relacionais (NoSQL) pendem para o lado contrário desta analogia: resolver problemas específicos.

Nota: NoSQL, ao contrário do que aparenta, não pretende NEGAR o SQL. NoSQL na verdade remete a “not only SQL”, já que existem bancos NoSQL que utilizam alguma coisa de SQL. Sacou?

Os bancos não-relacionais não possuem estrutura de dados fixa e abrem brecha para gambiarras e/ou más práticas. Mas, segundo o tio Suissa a quem vos e nos ensina, dá sim pra fazer a porra toda direito sem se enrolar (veremos!).

Este grande universo emergente do NoSQL possui vários grandes grupos de soluções:

Chave/Valor: entrega respostas rápidas por possuir apenas chave e valor. A única via de acesso é a chave exata. É usado geralmente para cache, por ser rápido etc etc etc. Temos o Redis como maior exemplo.

Document Oriented: trabalha através de documentos JSON. O nosso queridíssimo MongoDB é o maior exemplo.

Grafo: trabalha através de grafos (ah, é?), ou seja, ligações. Alguns dizem ser a maneira mais intuitiva de se trabalhar com dados. O Neo4J é o mais querido neste grupo.

Coluna: são bancos de dados um pouco mais robustos. O Cassandra é o mais conhecido desse grupo.

Agora a nota mais legal de todas, na qual ainda não estudei sobre mas estou bastante curioso: DÁ PRA TRABALHAR COM TODOS ELES NO MESMO PROJETO. SEM TER QUE PEDIR PRA DEUS DEIXAR.

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