Vamos à definição dada pela Wikipedia:

Interface de Programação de Aplicações (português europeu) ou Interface de Programação de Aplicação (português brasileiro)), cujo acrónimo API provém do InglêsApplication Programming Interface, é um conjunto de rotinas e padrões estabelecidos por um software para a utilização das suas funcionalidades por aplicativos que não pretendem envolver-se em detalhes da implementação do software, mas apenas usar seus serviços.

Se o AngularJS é a cereja do bolo (rs), podemos colocar as APIs como o padeiro que mexe com a farinha e faz a porra do bolo. Sacou, ó serumaninho?

Quando eu descobri o que era uma API eu fiquei perplecto. Imagina só você ter uma DollyApp que apenas fornece os dados enquanto outras DollyApps consomem estes dados exatamente do jeito que precisam?

Eu tenho estudado bons frameworks nesta parte de geração de APIs e o que mais tem me agradado e despertado TESÃO foi o Laravel. Segundo os próprios desenvolvedores, o Laravel é para quem quer aplicações elegantes na sintaxe e extremamente rápidas.

A CLI do Laravel é bastante completa e possui até um método interativo para que possamos DAR UMA ZOADA LEGAL enquanto desenvolvemos sem comprometer nada na nossa DollyApp.

Outra coisa: O Laravel possui um FODENDO sistema de database agnóstica com migrações e essa porra toda. Isto é: não importa se você usa MyAssQL ou FireBug, ou mesmo MongoDB.

Isto sem contar que o sistema de rotas é super simples de usar.

Bom, minha experiência criando uma API tem sido bastante frutífera e até agora não passei nenhuma raiva. TOMARA que isso mude em breve. ❤

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